Residência para artistas performáticos no Watermill Center (EUA)

About The Watermill Center

Watermill is a laboratory for performance founded by Robert Wilson as a unique environment for young and emerging artists from around the world to explore new ideas. Watermill draws inspiration from all the arts and cultures as well as from social, human, and natural sciences.

Watermill is a global community of artists. Living and working together among the extensive collection of art and artifacts lies at the heart of the Watermill experience.

Watermill is a haven for the next generation of artist, supporting their work among a network of international institutions and venues that embrace new interdisciplinary approaches.

+ info

http://watermillcenter.org/programs/residencies/guidelines

Merce Cunningham solo dance on TV (1984)

Trecho da participação de Merce Cunningham no programa de TV “Good Morning Mr. Orwell”, criado e produzido por Nam June Paik. Tal programa foi, na verdade, derivado de uma instalação performática multimidia ao vivo transmitida via satélite entre Paris e Nova York, no ano novo de 1984, criada e produzida por Paik.

http://en.wikipedia.org/wiki/Good_Morning,_Mr._Orwell

Entrevista: Vito Acconci – arte e política da performance à arquitetura

Para começar o ano!

Vito Acconci – arte e política da performance à arquitetura

Por Daniela Labra (publicado na Revista Dasartes, Nº7, 12/2009)

Em setembro de 2009, por ocasião da segunda edição do evento Performance Presente Futuro, no Oi Futuro, Rio de Janeiro, o artista e hoje arquiteto Vito Acconci deu uma palestra sobre sua trajetória profissional. Conhecido no meio da arte como um dos precursores da body art nos anos 1970, nos Estados Unidos, suas performances e videos da época constituem um referencial importantíssimo para as gerações subseqüentes que discutiram e ainda discutem questões relacionadas à crítica institucional, à arte como ferramenta ativista e sua aproximação com a vida.

Nesta conversa, realizada num bar carioca à beira-mar, Acconci mostra-se o mesmo homem crítico e lúcido – embora tenha trocado, nos anos 1990, a arte conceitual de veia política por projetos arquitetônicos arrojadamente lúdicos, frequentemente financiados por fundos de Estado ou grandes corporações. Entretanto, o seu discurso ainda se apóia na mesma crença que move seu trabalho desde o início: de que a arte deve tocar o outro e impedir a banalização da existência.

À seguir, o artista fala sobre alguns pontos de sua trajetória, incluindo o mal-estar que cercou a execução de uma versão não-autorizada do projeto idealizado para o evento paulista Arte/Cidade, em 2002.

Você participou do projeto Arte Cidade, em São Paulo, e houve discussões sobre sua proposta (uma construção translúcida, suspensa por uma marquise central, instalada sob o viaduto do Largo do Glicério, com acesso feito por 3 escadas, sendo uma delas a partir do alto do viaduto. A obra era destinada aos sem-teto e possuía instalações para higiene pessoal e lazer. Ao fim, a produção do evento executou, sem o consentimento do Studio Acconci, uma espécie de contêiner adaptado). O que ocorreu?
Na época da mostra, Nelson (Brissac Peixoto, curador do Arte Cidade) e eu passeamos pela cidade e vimos muitas pessoas morando embaixo de viadutos. Pensamos que nosso projeto poderia dar casas a estas pessoas, mas que elas também precisavam de entretenimento. Então desenhamos uma espécie de casa invertida, em que um lado do teto se estendia até o chão e servia de escada para que as pessoas subissem e entrassem neste prédio de cabeça para baixo, que não precisava de teto porque teria a autopista do viaduto como um. Propusemos diferentes usos para aquilo: poderia haver uma tela de televisão e os pisos diagonais poderia servir como arquibancadas de um anfiteatro, ou poderia haver um playground para crianças… Enquanto projetávamos, Nelson se perguntava se teriam dinheiro para construir este prédio, mas quisemos apresentar o projeto independentemente disto. Fiquei muito surpreso quando ele me enviou um jornal noticiando nosso projeto. A figura mostrada no jornal era uma espécie de caixa, que foi chamada de “studio para os sem-teto”. Escrevi ao Nelson imediatamente dizendo que aquele não era nosso projeto, que não era nada diferente de qualquer construção para programas habitacionais, e que toda a idéia da recreação tinha desaparecido, e ele me respondeu que era o único modo pelo qual poderíamos ter nossa obra realizada. Não me opunha que ele fizesse isto, mas não poderia chamar este projeto de “nossa obra” porque não era. Às vezes a imagem de um projeto é mais eficaz que um projeto real, porque funciona melhor como uma espécie de ensaio. Quando você está dentro de um projeto você está perto demais para conhecer sua teoria.  Nunca entendi porque Nelson insistiu em fazer aquilo.

Você via este projeto como algo para ser aplicado nas ruas ou apenas um projeto artístico, conceitual?
Nada do que fazemos agora é projeto artístico. Fazemos arquitetura, fazemos design,… Mas não queremos ser apenas “uso”; queremos uso e algo mais. Se a utilidade fosse o único objetivo, aceitaria o que Nelson fez, pois era um lugar útil. Mas queremos um lugar que as pessoas usem e onde ocorram mudanças de pensamentos. Para o Arte Cidade, precisávamos da ajuda de Nelson, porque não conhecemos São Paulo, nem esse bairro. Teríamos adorado conversar com alguns desabrigados, porque de outro modo, nós estaríamos vindo de fora e dizendo “vocês querem isso”; sem saber o que realmente querem. Nunca nos encontramos com os sem-teto porque nunca soubemos que o projeto iria acontecer.
Algo admirável neste projeto é que ele valoriza os sem-teto. Em geral, projetos para a população pobre dão a ela o pior: o pior material, o desenho mais básico.
Em primeiro lugar, sabíamos que as pessoas geralmente não querem entrar em locais públicos fechados porque; quem sabe o que pode acontecer ali? Então usamos lâminas de plásticos de modo que se pudesse ver o interior. Havia luz no interior, porque aquela vizinhança não era muito freqüentada a noite, então pensamos que a luz poderia trazer as pessoas para o seu redor, não teriam medo deste local. E isso pareceu realmente importante para nós.

Saberia precisar quando fez a transição da arte para a arquitetura?
Foi no início dos anos 1980, mas foi no final dos anos 1990 que comecei a trabalhar com arquitetos. Eu pensei que, se eu quisesse trabalhar com espaços públicos, não poderia fazê-lo sozinho. Não apenas porque eu não sabia como fazer arquitetura, mas também porque algo público deve ser resultado de uma discussão. Quando temos pessoas de diferentes nacionalidades e gêneros em conversa, todos têm uma idéia diferente de “público”, e unindo estas idéias podemos chegar a uma noção válida. Então, desde o final dos anos 80, todos os projetos vêm de um Studio de arquitetura.

E qual o motivo desta transição?
Eu apenas não sabia mais o que eu queria fazer em uma galeria ou em um museu. Assim como outras pessoas da minha geração, lá pelos anos 1970 vimos que os museus estavam mudando, mas não como pensávamos que deveriam, não em resposta a nossas perguntas: “por que os museus não têm janelas?”. “A arte é frágil? É tudo isso?”. Eu não sabia que significados as coisas poderiam ter além do básico: isto dá às pessoas um lugar para sentar, isto dá às pessoas um espaço mais fechado ou mais aberto. Comecei a me interessar por esta linha de pensamento, apesar de não buscar significados, pois acho que eles surgem quando as pessoas estão no meio de uma atividade. Acho que faz sentido que eu tenha vido de um histórico de performance, eu não quero que a arquitetura seja essa coisa imóvel, quieta… Espero que o trabalho de todo mundo venha de algum tipo de sistema de pensamento e que resulte do modo como eles vêem o mundo. É bom saber que não existe apenas um modo de se ver o mundo, se todos vissem o mundo ao meu modo, seria um mundo muito chato.  Por isto não posso dizer que, com meus projetos, esteja mostrando às pessoas como pensar, mas aqui está um exemplo.

Você sente que, a partir dos anos 1990, a arquitetura deixou de ser uma combinação entre o artístico e o prático e tornou-se algo apenas prático?
Bem, até pior que isso. Nos anos 80, acho que muitos arquitetos pensavam de modo artístico, em uma versão de “vamos fazer uma casa na qual a porta se pareça com uma boca e as janelas se pareçam com olhos; vamos fazer uma casa com o teto furado…”. É quase como se a Disneylândia tivesse chegado à arquitetura. . Então começamos uma arquitetura muito chata e formal. Tínhamos Bauhaus, algo que deveria ser muito funcional mas tinha uma preocupação estética; mas daí nos anos 1990, havia apenas o funcional e chato: você tem a Sexta Avenida em Nova York, onde há apenas essas caixas, seguidos de caixas e mais caixas,…Os projetos com influência da Bauhaus eram ótimos, mas uma vez que foram repetidos ao redor de todo o planeta, tornaram-se chatos. Não acho que estes criadores sejam preguiçosos, eles apenas pensaram “esse é um meio de construir mais barato do que construíamos antes”. As corporações têm seus próprios programas, que não consideram a convivencia social dos empregados ou  a noção de espaço público. Como os shopping centers, onde o espaço é para o público, mas não é público. Mas há pessoas pensando diferente. Recentemente, fomos procurados por um corretor de uma empresa que está comprando vários centros comerciais (strip malls) nos Estados Unidos e queria que os reformássemos. Estes aglomerados de lojas, geralmente nos subúrbios ou entre as cidades, são muito comuns nos Estados Unidos e são todos iguais, como caixas. Este investidor queria que 60% ou 70% desta estrutura fosse mantida e que, para os resto, propuséssemos algo surpreendente. Tinham interesse em fazer espaços modificáveis, para que a pessoa que alugasse uma loja pudesse aumentá-la ou reduzi-la, então sugerimos postes curváveis para fazer cada loja, um sistema muito maleável,  que pode inclusive ser usado no lado de fora, para se fazer um jardim coberto. Eles ficaram muito interessados, mas ainda não sei se isto vai acontecer.

É possível imaginar que a extrvagância atual de alguns artistas esteja relacionada ao mercado, que sempre busca o novo. Com sua arquitetura, você parece entender que o novo está dentro de si, de cada indivíduo, e que é necessário respeitar a própria forma de pensar fora do senso-comum. É assim que você pensa sua arquitetura?
Me questiono se a arte pode algum dia ser separada do sistema monetário. Os trabalhos da minha geração, por exemplo, só foram possíveis porque as galerias de Nova Iorque começaram a mudar de bairro, para o então afastado Soho, e em suas primeiras mostras não podiam pensar em ganhar dinheiro, mas em chamar a atenção. Não foi um mistério o motivo pelo qual a Sonnabend expôs Seedbed, as esculturas cantoras (singing sculptures) de Gilbert & George, a mostra de Dennis Oppenheim. Nenhuma delas gerou dinheiro, mas trouxeram as pessoas para dentro das galerias, e havia sempre uma sala dos fundos onde se vendia as obras que elas queriam. Não dar nada para as galerias venderem foi motivo de frustração para minha geração, mas o que não entendíamos era que fornecíamos algo decorativo, e as galerias precisam do decorativo tanto quanto precisam do atraente; ou até mais. Quando eu fiz Seedbed, a dona da galeria me ligou dizendo que tinha ouvido que eu faria algo muito notável em sua galeria e que fizesse o que eu quisesse. Quatro ou cinco anos depois, o Soho já havia se consolidado como uma região de galerias de arte e  os telefonemas eram muito diferentes: “precisamos ter alguma coisa pra vender”; “precisa ser documentado”. Ou seja, as coisa mudaram. Ela era com certeza a negociante mais interessante com qual eu já expus. Em uma entrevista, perguntaram a ela o que a fazia continuar, e sua resposta foi “curiosidade e ganância”. (Risos) O problema da maioria dos marchands agora é que estão focados mais na parte da ganância… Arte é um meio de ganhar dinheiro, e isso não é contra a arte. Em um momento ela serviu à religião, a maioria dos artistas que faziam pinturas religiosas não se importavam com a religião em suas pinturas; eles queriam as sombras e as luzes da arte. Mas deveria haver um equilíbrio.

Em sua trajetória você passou da escrita para a arte e da arte para a arquitetura, sempre encorajando a se alcançar o outro. No entanto, em sua palestra, você parece tentar alcançar o outro e ao mesmo tempo, começa a se esconder. Você está negando o artista em você?
Eu me escondo porque quando eu era uma pessoa conhecida por fazer performances, eu já não era mais apenas uma pessoa; eu estava me tornando uma estrela. Isto começou a me incomodar tanto que pensei em me disfarçar. No início dos anos 1970, eu lancei uma pequena revista – sempre falei da importância das pequenas revistas -insistindo que ela não teria nenhum critico de arte, apenas entrevistas com os artistas e textos deles, e todas as capas teriam o rosto de um artista. A idéia era mostrar que o artista é uma pessoa como qualquer outra, mas uma vez que a pessoa está na capa da revista, ela não o é mais, é como que tirada da multidão e tornada especial, um mito.

Você não pode fazer uma nova versão de Seedbed…
Não posso. Eu nunca fui capaz de repetir uma performance, porque pra mim a performance era uma prova de que eu conseguia fazer algo, portanto não faria sentido repetir algo que eu já sei que sou capaz de fazer. Minha noção de performance era quase como uma habilidade política, como executar um contrato, e isto era importante pra mim. “Eu não sei se realmente posso fazer isso, mas eu vou conversar comigo sobre isso”. E por isso muitas de minhas performances tinham eu conversando comigo mesmo: “eu quero ficar sozinho aqui no porão, eu não quero que ninguém desça ao porão comigo” (em Claim, 1971, o artista se postou na escada de acesso ao porão da galeria, segurando uma barra de ferro com os olhos vendados e reagindo à aproximação das pessoas). E é verdade que, da primeira vez que eu executei uma performance, na primeira hora, tudo o que eu queria fazer era fugir. Eu não queria que as pessoas me vissem me fazendo de bobo. Mas eu não pude. Tive que dar de ombros e achar um modo de ficar. À medida que prosseguiu, foi se tornando cada vez melhor, porque eu estava me hipnotizando. Mas aquilo foi quebrado de modo muito fácil também. Porque todas as performances têm histórias engraçadas. Inclusive, em Seedbed, eu tinha que urinar em uma garrafa. Eu também poderia ter matado alguém (em Claim); estava dizendo para as pessoas “eu vou te matar”, “eu vou te matar”, e em um dado momento eu estava balançando o corrimão, que estava frouxo, alguém disse: “Meu Deus ele está falando sério!”. Eu estava tão enfurecido que arranquei fora o corrimão; Perdi a cabeça. Esse projeto era sobre os americanos na guerra do Vietnã. Eu nasci em 1940, nasci e cresci em um tempo que os EUA deveriam ser essa nação heróica. Nós salvamos a Europa. Mais tarde percebi que os EUA eram um país criminoso.

Tradução: Geraldo Alves Teixeira Júnior

Mais Informações sobre o projeto original de Acconci para o Arte/Cidade :
http://www.pucsp.br/artecidade/novo/vito_st.htm
Sobre os projetos arquitetônicos do artista:
http://www.acconci.com

Verbo 2010 recebe propostas

VERBO 2010
MOSTRA ANUAL DE PERFORMANCE
GALERIA VERMELHO

A galeria Vermelho informa que, de 15 de dezembro de 2009 a 28 de fevereiro de 2010, receberá projetos na área de PERFORMANCE para a 6ª edição da mostra VERBO.

A 6ª edição da mostra anual de performance VERBO ocorrerá de 14 a 19 de junho de 2010, nas salas 1, 2, 3, 4 e no pátio da Galeria Vermelho, em São Paulo. A programação da mostra conta ainda com a 3ª edição do seminário VERBO Conjugado, três oficinas de criação na área da performance, além do lançamento de livros e publicações.

Poderão participar da seleção de projetos para a VERBO 2010 obras inéditas ou já apresentadas de artistas ou grupos que desenvolvam trabalhos na área da PERFORMANCE. Não serão aceitos vídeos, instalações, fotografias, pinturas e outras proposições que não estejam alinhados com o caráter do evento. Cada artista ou grupo poderá participar com até 3 projetos distintos.

Os interessados deverão preencher a ficha de inscrição disponível para download na home da Vermelho – www.galeriavermelho.com.br, e encaminhá-la para [email protected], ou via correio para:

MOSTRA VERBO 2010
Rua Minas Gerais, 350
01244-010 – São Paulo – SP
A/C Marcos Gallon

Mais informações com Marcos Gallon:   [email protected]

VITAE: Evento Internacional de Arte de Performance

erika ordosgoitti, performer venezuelana
erika ordosgoitti

VITAE: Evento Internacional de Arte de Performance

Del 15 al 17 de Octubre de 2009
Caracas, Venezuela Artistas invitados:
Heike Pfingsten (Alemania)
Melissa García (México)
Shima (Brasil)
Érika Ordosgoitti (Venezuela)
Esmelyn Miranda (Venezuela)
Kevin Orellanes (Venezuela)
Yosmaira Silva (Venezuela)

http://av.celarg.gob.ve/Eventos/Vitae.htm

Mais Festival de Apartamento (BH)

E se a moda pegar???  ; )

PERPENDICULAR é uma mostra de ações para apartamento. Acontece no meu ap, que é ao lado e perpendicular à Galeria de arte da Copasa, bairro Santo Antônio.

Dia 24 tem abertura de uma exposição na copasa – suspensa/suspensos. E durante a abertura, a PERPENDICULAR aqui em casa. Uma possibilidade de intervir no espaço instituído da arte, tão fraco aqui em BH.
Temos algumas manifestações e lugares importantes e artistas conhecidos na cidade, mas em geral as galerias locais se resumem a repetir o mesmo ou valorizar somente formas tradicionais de arte.

Na galeria da copasa a performance é proibida. Eles abrem edital e não aceitam essa manifestação de arte.

Criaremos um percurso novo, entre a galeria e meu ap, ativando o deslocamento espaço publico/privado. A perpendicular é um acontecimento que dura o tempo da abertura da expo na copasa. E também é só ações/performances…

Participam da PERPENDICULAR:

artistas participantes_ E. Mendes – Fernando Ferreira- Gabriela Carvalho- Marco Paulo Rolla- MuroseFundos -Paulo Nazareth -Raquel Versieux- Regina Ganz -Renata Lacerda -Wagner Rossi

Realização: Wagner Rossi
Colaboração: Clarice Lacerda _ Daniella de Moura _ Marco Antonio Mota _ Camila Michelini _ Raquel Versieux.

PERPENDICULAR | ações para apartamento.
corpos perpendiculares são corpos concorrentes que se cruzam num ponto formando entre si ângulos rectos.
24 de setembro de 2009 | 19h rua antônio dias, 15 / 01 – santo antônio [ perpendicular à rua mar de espanha_galeria de arte da copasa]

PERPENDICULAR é em Belo Horizonte, Brasil.
PERPENDICULAR é uma mostra de ações para apartamento.
PERPENDICULAR dialoga com o espaço instituído da arte.
PERPENDICULAR aconteçe durante a abertura da exposição suspensa/suspensos, na galeria de arte da copasa.
PERPENDICULAR é um projeto colaborativo que conta com a participação de artistas de BH.
PERPENDICULAR é um desejo de criar espaços alternativos de expressão artística.

grande abraço,

Wagner Rossi

www.linhaesegmento.blogspot.com

http://perpendicularap.blogspot.com

Performance Presente Futuro vol. II

De 11-13 de setembro acontece a segunda edição do evento que discute performance arte e sua relação com as novas mídias. Local: Oi Futuro, Rio de Janeiro.  Entrada Franca.

Não é necessário retirar senha para as palestras.

oiperformancev2

Veja a programação detalhada em:

Performance Presente Futuro vol. II/artesquema.com

Visibilidade Vigilância Subjetividade

“Visibilidade, Vigilância e Subjetividade nas novas Tecnologias de informação e de Comunicação”

Instigante blog de Fernanda Bruno, Professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da UFRJ e do Instituto de Psicologia da UFRJ. Coodenadora do CiberIDEA: Núcleo de pesquisa em tecnologias da comunicação, cultura e subjetividade.

http://dispositivodevisibilidade.blogspot.com/

Live Art Collection

Esta iniciativa da Agencia de Desenvolvimento de Live Art, com apoio da Biblioteca Britânica e do Conselho Britânico das Artes, disponibiliza on-line diversos títulos e materiais a respeito deste tipo de arte performática e espetaculosa, que tem muito appeal na inglaterra. O acervo é bom mas tudo está em inglês, of course. Eles aceitam envio de mateiral para engrossar o arquivo. Por enquanto, para quem não lê o idioma, restam belas imagens. Sorry.

“The Live Art Development Agency and the British Library are pleased to announce the launch of the Live Art Collection as part of the UK Web Archive.

The archive is free to view and has already collected over 4,000 selected websites since it was set up in mid-2005.  The range of websites in the Live Art Collection includes organizations supporting and promoting Live Art; artists’ websites; artistic or project-driven sites; blogsites and online spaces for critical reviews and commentaries; and online archival sites relating to Live Art.    http://www.webarchive.org.uk/ukwa/collection/26312782/page/1

The Live Art Development Agency and the British Library are always interested in further nominations for the Live Art Collection. Further information can be found at   http://www.webarchive.org.uk/ukwa/info/nominate