<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>artesquema &#187; mondo cane</title>
	<atom:link href="http://www.artesquema.com/category/mondo-cane/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.artesquema.com</link>
	<description>Projetos de Arte Contemporânea e Crítica</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Sep 2010 00:29:42 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Só um lembrete em ano de eleição</title>
		<link>http://www.artesquema.com/2010/07/14/so-um-lembrete-em-ano-de-eleicao/</link>
		<comments>http://www.artesquema.com/2010/07/14/so-um-lembrete-em-ano-de-eleicao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 14:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artesquema</dc:creator>
				<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[mondo cane]]></category>
		<category><![CDATA[outros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.artesquema.com/?p=1773</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;A política e o entretenimento nunca estiveram tão juntos como atualmente, e dificilmente irão se separar. Foi desse encontro que nasceu e se estruturou o ativismo político dos últimos 50 anos, também chamado de ativismo midiático.
Independente da causa em questão, grande parte da comunicação política contemporânea segue a linguagem do espetáculo, como forma de guerrilha. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A política e o entretenimento nunca estiveram tão juntos como atualmente, e dificilmente irão se separar. Foi desse encontro que nasceu e se estruturou o ativismo político dos últimos 50 anos, também chamado de ativismo midiático.</p>
<p>Independente da causa em questão, grande parte da comunicação política contemporânea segue a linguagem do espetáculo, como forma de guerrilha. A fórmula serve e é aplicada tanto para fins sociais relevantes como para qualquer outra coisa sem cabimento, por movimentos diversos e até por instituições como os partidos&#8221;.</p>
<p>do site:  <a href="http://perspectivapolitica.com.br/tag/ativismo-politico/">http://perspectivapolitica.com.br/tag/ativismo-politico/</a></p>
<p>Juventude pela política, onde anda você? Talvez a arte ainda possa ser uma ferramenta poderosa&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.artesquema.com/2010/07/14/so-um-lembrete-em-ano-de-eleicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Arte enferma</title>
		<link>http://www.artesquema.com/2010/06/15/arte-enferma/</link>
		<comments>http://www.artesquema.com/2010/06/15/arte-enferma/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 01:21:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artesquema</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[mercadão]]></category>
		<category><![CDATA[mondo cane]]></category>
		<category><![CDATA[outros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.artesquema.com/?p=1729</guid>
		<description><![CDATA[Deu na Folha de São Paulo em 15/06/2010:
Dupla de alemães interna artistas, galeristas, curadores e críticos em clínica de reabilitação em Berlim
SILAS MARTÍ
DE SÃO PAULO
Arte tem cheiro de cocaína. Num mundo de festas encharcadas de champanhe, da velocidade do mercado que acompanha a voracidade do vício, dois alemães decidiram levar artistas, curadores, críticos e galeristas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deu na Folha de São Paulo em 15/06/2010:</p>
<p>Dupla de alemães interna artistas, galeristas, curadores e críticos em clínica de reabilitação em Berlim</p>
<p>SILAS MARTÍ<br />
DE SÃO PAULO</p>
<p>Arte tem cheiro de cocaína. Num mundo de festas encharcadas de champanhe, da velocidade do mercado que acompanha a voracidade do vício, dois alemães decidiram levar artistas, curadores, críticos e galeristas para a clínica de reabilitação.<br />
Benjamin Blanke e Claudia Kapp, também artistas, fizeram dos colegas cobaias para entender o papel das drogas nas artes visuais.<br />
Em vez de mostrar suas obras, pediram ao KW, centro de arte contemporânea em Berlim, que bancasse a desintoxicação de personalidades do meio artístico numa clínica de reabilitação perto da capital alemã.<br />
No meio de uma floresta, o sanatório Havelhoehe recebe até 291 pacientes, tem duas alas de desintoxicação e usa pintura, escultura e também ginástica nos tratamentos.<br />
São adeptos da chamada medicina holística, ou antroposófica, que tenta dar atenção equivalente a aspectos físicos e mentais do paciente.<br />
Internos do projeto, que passaram cerca de dez dias na clínica, foram convocados por e-mail. O convite tinha só uma imagem, a de uma porta fechada, usada pelos artistas para divulgar o projeto.<br />
&#8220;Uma pessoa já disse que era uma reflexão sobre estética&#8221;, resume Claudia Kapp à Folha. &#8220;Não diria que é uma performance, mas um trabalho mais conceitual, de estética relacional iconoclasta.&#8221;<br />
Jargões à parte, a realidade dos mais de 200 inscritos no projeto passou longe dessas dimensões filosóficas.<br />
&#8220;Desde que cheguei, me dão doses de um pó branco três vezes ao dia para reduzir a ansiedade&#8221;, escreveu um crítico de arte internado na clínica. &#8220;É como cocaína ao contrário, precisaria cheirar toneladas para sentir qualquer sensação de alívio.&#8221;<br />
Mais do que alívio, uma pausa. Na visão dos artistas, as drogas nesse meio não têm mais a ver com ampliar horizontes da percepção, como os anos 60 e 70 popularizaram o uso do LSD e afins.<br />
&#8220;É menos hedonista&#8221;, diz Kapp. &#8220;Está mais ligado à competição: aumentar, melhorar, acelerar a produção.&#8221;<br />
Tanto que, além dos artistas que se inscreveram, maior alvo do programa, críticos e galeristas insones com preços nas alturas e a rotina pesada dos vernissages correram para a clínica.</p>
<p>VÍCIOS REAIS<br />
&#8220;Alguns deles não eram viciados em nada&#8221;, conta Kapp. &#8220;Queriam só se desintoxicar do mundo da arte.&#8221;<br />
Esses que buscavam uma limpeza ideológica ficaram fora da clínica, onde médicos de verdade, além de psicanalistas e psiquiatras, trataram seus vícios reais.<br />
&#8220;À noite, uma toalha encharcada de chá medicinal é aplicada contra meu fígado para absorver as toxinas&#8221;, escreveu um crítico alcoólatra internado na clínica.<br />
Ele adianta o relato descrevendo as esculturas de argila que fez para passar o tempo. Enquanto seus dotes artísticos permitiram fazer só umas vasilhas, uma colega esculpiu até um busto de Hitler.<br />
&#8220;Conhecemos artistas, amigos pessoais, que estão sofrendo muito com isso&#8221;, conta Kapp. &#8220;É horrível.&#8221;<br />
Ela vê nesse ponto uma relação cada vez mais estreita entre arte e o mundo das celebridades, &#8220;estrelas do rock conhecidas pelos excessos&#8221;.<br />
Muitos dos inscritos na reabilitação, aliás, achavam que teriam seus trabalhos expostos em Berlim como contrapartida ao tratamento.<br />
&#8220;Achavam que ficariam famosos, mas o projeto é anônimo&#8221;, diz Kapp. &#8220;Tudo tem cada vez menos a ver com arte, há um grande vazio.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.artesquema.com/2010/06/15/arte-enferma/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Reflexões caótico-poéticas sobre o Rio de Janeiro 2</title>
		<link>http://www.artesquema.com/2010/05/22/reflexoes-caotico-poeticas-sobre-o-rio-de-janeiro-2/</link>
		<comments>http://www.artesquema.com/2010/05/22/reflexoes-caotico-poeticas-sobre-o-rio-de-janeiro-2/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 May 2010 14:01:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artesquema</dc:creator>
				<category><![CDATA[artes]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[espaço urbano]]></category>
		<category><![CDATA[mondo cane]]></category>
		<category><![CDATA[outros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.artesquema.com/?p=1709</guid>
		<description><![CDATA[Registro de Ocorrência
Perdeu playboy. A bela paisagem sob a luz de maio é o canto da  sereia.  Seduz com voz aveludada o incauto transeunte que como o marinheiro em  alto-mar,  é cooptado para um passeio de delícias em águas profundas e quebradas  misteriosas. Ali, perde a vida extasiado de amor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><strong>Registro de Ocorrência</strong></p>
<p><strong>Perdeu playboy. A bela paisagem sob a luz de maio é o canto da  sereia.  Seduz com voz aveludada o incauto transeunte que como o marinheiro em  alto-mar,  é cooptado para um passeio de delícias em águas profundas e quebradas  misteriosas. Ali, perde a vida extasiado de amor e pânico. </strong></p>
<p><strong>Sem mais metáforas, o Rio de Janeiro é a sereia: uma linda cidade  em  conflito consigo mesma que oferta e admira seu povo com a beleza de seu  canto,  para dar o repentino bote em quem se aproxima demais de alguns dos seus  sedutores, mas perigosos, tesouros. </strong></p>
<p><strong>Esta exposição concisa, realizada em nobre espaço da cidade, nos  traz a  faceta mais incômoda da mágica sereia. Registro de Ocorrência, termo  emprestado  da rotina das delegacias, apresenta 11 artistas jovens que exibem, à sua   maneira, percepções de um cotidiano carioca conturbado e violento,  difícil de  aceitar. </strong></p>
<p><strong>A idéia da mostra surgiu de uma ocorrência policial de fato. A  partir  dela, Jaime Portas Vilaseca engendrou a exposição de tema áspero e  surpreendentemente pouco discutido na arte brasileira atual: a  truculência e  confusão urbana em nosso País. Os artistas foram convidados para  explorar a  questão, e o fizeram com sarcasmo e ceticismo, acreditando talvez que a  arte não  sirva apenas para acalmar as retinas cansadas, devendo também estimular o   debate. Assim, a poesia se colocou como alento e escapatória, e também  como via  cínica de protesto de uma geração já acostumada às grades grotescas, e  às  epidêmicas câmeras de vigilância que cerceiam nossos olhares.</strong></p>
<p><strong>Tocar num tema tão contundente e caro para o cidadão pode induzir a  uma  certa literalidade das obras. No entanto, apesar desse risco percebemos  um  conjunto cuja potência estética-crítica vai além da mera competência de  cumprir  uma demanda temática. Por que o assunto é quente e a chapa também, e em  meio ao  fogo cruzado, a escritura sagrada da arte pode ser a única tábua de  salvação  para algumas almas perdidas. Será? Acreditamos que sim.</strong></p>
<p><strong>Daniela  Labra</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.artesquema.com/wp-content/uploads/2010/05/Registro-de-Ocorrência.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1710" title="Registro de Ocorrência" src="http://www.artesquema.com/wp-content/uploads/2010/05/Registro-de-Ocorrência-300x277.jpg" alt="" width="300" height="277" /></a><br />
</strong></p>
<p></span></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.artesquema.com/2010/05/22/reflexoes-caotico-poeticas-sobre-o-rio-de-janeiro-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Reflexões caótico-poéticas sobre o Rio de Janeiro 1</title>
		<link>http://www.artesquema.com/2010/05/22/reflexoes-caotico-poeticas-sobre-o-rio-de-janeiro-1/</link>
		<comments>http://www.artesquema.com/2010/05/22/reflexoes-caotico-poeticas-sobre-o-rio-de-janeiro-1/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 22 May 2010 13:49:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artesquema</dc:creator>
				<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[espaço urbano]]></category>
		<category><![CDATA[mondo cane]]></category>
		<category><![CDATA[outros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.artesquema.com/?p=1706</guid>
		<description><![CDATA[Por Fred Coelho
I &#8211; o quadro
O rio d‘janira engole. Esse pedaço encravado e improvável entre  sal, areia e granito grita e canta aos quatro ventos sua  impossibilidade. Sua velhacaria. Sua preguiça dadivosa. Sua genialidade  gratuita. Seu desperdício de beleza. Sua fusão perfeita entre a surpresa  diária da natureza e a certeza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Fred Coelho</p>
<p>I &#8211; o quadro</p>
<p>O rio d‘janira engole. Esse pedaço encravado e improvável entre  sal, areia e granito grita e canta aos quatro ventos sua  impossibilidade. Sua velhacaria. Sua preguiça dadivosa. Sua genialidade  gratuita. Seu desperdício de beleza. Sua fusão perfeita entre a surpresa  diária da natureza e a certeza cotidiana do ódio entre classes. Uma  energia sinistra, uma sarna hedonista que alimenta o esmeril e tritura o  passante, uma máquina iluminada e enferrujada que afunda a cidade e nos  liberta para o mundo.</p>
<p>Muitas vezes, porém, o carioca  acredita piamente que não precisa do mundo. Basta o paredão impávido da  Pedra da Gávea ou a mureta do Bar Urca e está tudo certo, e não há nada  mais. Essa é a força criadora da cidade. Essa é a certeza venenosa que  nos fartamos entre bravatas estéticas e silêncios sobre nossa afasia  cultural. Essa crença atávica em nós mesmos, essa condescendência  tropical e gordurosa com o precário → dentre os bares e as artes, dentre  as aulas e as casas de festas, o precário como estilo, o arremedo como  direito autoral, o projeto não como esforço inicial, mas sim como  resultado e realização. Em um discurso radical e sem relativismos (pois  sempre existem alternativas e caminhos divergentes), vivemos dia-a-dia a  aceitação de estar ficando para trás, praticamos envergonhados e  entredentes a louvação de província, valorizamos pouco o ESFORÇO SUPREMO  que é preciso para ampliar as possibilidades de ações e ideias. Pois,  no rio d’janira, somos reluzentes, somos a tradição cultural do país,  somos personagens de novelas, somos assassinos em capas de jornais.</p>
<p>continua em <a href="http://objetosimobjetonao.blogspot.com/">http://objetosimobjetonao.blogspot.com/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.artesquema.com/2010/05/22/reflexoes-caotico-poeticas-sobre-o-rio-de-janeiro-1/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Não é arte&#8230; É a intervenção do Demo!</title>
		<link>http://www.artesquema.com/2010/02/03/nao-e-arte-e-a-intervencao-do-demo/</link>
		<comments>http://www.artesquema.com/2010/02/03/nao-e-arte-e-a-intervencao-do-demo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 23:50:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artesquema</dc:creator>
				<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[mondo cane]]></category>
		<category><![CDATA[outros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.artesquema.com/?p=1541</guid>
		<description><![CDATA[Eu, Claudio Angelo, editor de Ciência da Folha, e Rafael Garcia, repórter do jornal, decidimos abrir uma igreja. Com o auxílio técnico do departamento Jurídico da Folha e do escritório Rodrigues Barbosa, Mac Dowell de Figueiredo Gasparian Advogados, fizemo-lo. Precisamos apenas de R$ 418,42 em taxas e emolumentos e de cinco dias úteis (não consecutivos). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu, Claudio Angelo, editor de Ciência da Folha, e Rafael Garcia, repórter do jornal, decidimos abrir uma igreja. Com o auxílio técnico do departamento Jurídico da Folha e do escritório Rodrigues Barbosa, Mac Dowell de Figueiredo Gasparian Advogados, fizemo-lo. Precisamos apenas de R$ 418,42 em taxas e emolumentos e de cinco dias úteis (não consecutivos). É tudo muito simples. Não existem requisitos teológicos ou doutrinários para criar um culto religioso. Tampouco se exige número mínimo de fiéis.<br />
Com o registro da Igreja Heliocêntrica do Sagrado EvangÉlio e seu CNPJ, pudemos abrir uma conta bancária na qual realizamos aplicações financeiras isentas de IR e IOF. Mas esses não são os únicos benefícios fiscais da empreitada. Nos termos do artigo 150 da Constituição, templos de qualquer culto são imunes a todos os impostos que incidam sobre o patrimônio, a renda ou os serviços relacionados com suas finalidades essenciais, as quais são definidas pelos próprios criadores. Ou seja, se levássemos a coisa adiante, poderíamos nos livrar de IPVA, IPTU, ISS, ITR e vários outros &#8220;Is&#8221; de bens colocados em nome da igreja.<br />
Há também vantagens extratributárias. Os templos são livres para se organizarem como bem entenderem, o que inclui escolher seus sacerdotes. Uma vez ungidos, eles adquirem privilégios como a isenção do serviço militar obrigatório (já sagrei meus filhos Ian e David ministros religiosos) e direito a prisão especial.</p>
<p>VEJAM MAIS EM</p>
<p>http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/helioschwartsman/ult510u660688.shtml</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.artesquema.com/2010/02/03/nao-e-arte-e-a-intervencao-do-demo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Não tem nada de arte&#8230;</title>
		<link>http://www.artesquema.com/2010/01/24/nao-tem-nada-de-arte/</link>
		<comments>http://www.artesquema.com/2010/01/24/nao-tem-nada-de-arte/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 21:51:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artesquema</dc:creator>
				<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[mondo cane]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.artesquema.com/?p=1517</guid>
		<description><![CDATA[
A corrupção no Brasil é endêmica, afilhada da falta de caráter dos políticos e da omissão geral. O povo não crê no que vê, e assim o Gigante se afoga em águas rasas por que não sabe nadar em berço esplêndido&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.artesquema.com/wp-content/uploads/2010/01/ATT00001.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1518" title="ATT00001" src="http://www.artesquema.com/wp-content/uploads/2010/01/ATT00001-211x300.jpg" alt="" width="211" height="300" /></a></p>
<p>A corrupção no Brasil é endêmica, afilhada da falta de caráter dos políticos e da omissão geral. O povo não crê no que vê, e assim o Gigante se afoga em águas rasas por que não sabe nadar em berço esplêndido&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.artesquema.com/2010/01/24/nao-tem-nada-de-arte/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Rio da Copa e do Capo</title>
		<link>http://www.artesquema.com/2009/12/08/rio-da-copa-e-do-capo/</link>
		<comments>http://www.artesquema.com/2009/12/08/rio-da-copa-e-do-capo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 00:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artesquema</dc:creator>
				<category><![CDATA[mondo cane]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.artesquema.com/?p=1438</guid>
		<description><![CDATA[
Histories that nothing are (dvd loop, 2001-2003)
Runo Lagomarsino, artista Sueco-Argentino pareceu captar o espírito dos tempos pré-Olímpicos na cidade do Rio de Janeiro&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="372" height="301" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/fmpPzxrR42w&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="372" height="301" src="http://www.youtube.com/v/fmpPzxrR42w&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Histories that nothing are (dvd loop, 2001-2003)</p>
<p>Runo Lagomarsino, artista Sueco-Argentino pareceu captar o espírito dos tempos pré-Olímpicos na cidade do Rio de Janeiro&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.artesquema.com/2009/12/08/rio-da-copa-e-do-capo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Arte &amp; Vida no esquema: menos TVs ligadas</title>
		<link>http://www.artesquema.com/2009/11/26/arte-vida-no-esquema-menos-tvs-ligadas/</link>
		<comments>http://www.artesquema.com/2009/11/26/arte-vida-no-esquema-menos-tvs-ligadas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 01:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artesquema</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tv e mídia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[espaço urbano]]></category>
		<category><![CDATA[mondo cane]]></category>
		<category><![CDATA[outros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.artesquema.com/?p=1420</guid>
		<description><![CDATA[Só me pergunto se no lugar das donas de casa o novo público em potencial serão as crianças&#8230;

TVs desligadas batem recorde em novembro
25/11/09
Má notícia para empresários ligados ao setor de televisão. Dados do Ibope divulgados nesta terça-feira confirmam que o número de TVs desligadas bateu recorde no Brasil em novembro. Na primeira quinzena do mês, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só me pergunto se no lugar das donas de casa o novo público em potencial serão as crianças&#8230;<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>TVs desligadas batem recorde em novembro</strong></p>
<p>25/11/09</p>
<p>Má notícia para empresários ligados ao setor de televisão. Dados do Ibope divulgados nesta terça-feira confirmam que o número de TVs desligadas bateu recorde no Brasil em novembro. Na primeira quinzena do mês, de cada 100 aparelhos do Brasil, somente 55 ficaram ligados entre 18h e 0h, horário nobre. Na Grande São Paulo, a média se mantém na medição.</p>
<p>Segundo o Instituto de medição, ao considerar o mês de novembro, o índice apresentado é o pior desde 2004 na região metropolitana de São Paulo. Em 2005, cerca de 63% das TVs ficaram ligadas no horário nobre. No Brasil, os dados de 2009 são iguais aos de 2007, ou seja, os piores em seis anos.</p>
<p>Segundo a coluna Outro Canal da Folha de S.Paulo, como os dias ficaram mais quentes, as emissoras já esperavam a queda na audiência nesses meses, mas o percentual está maior. Já na visão do superintendente Comercial da Rede TV!, Antônio Rosa Neto, o problema é outro. O especialista considera a queda uma tendência “irreversível e inexorável”,  um movimento que, sobretudo, reflete a evolução da sociedade brasileira. “O elemento atividade faz com que as pessoas não tenham mais tanto tempo para ficar não só em frente à TV, mas no consumo de outras mídias. Essa é uma constatação óbvia até, diz”.</p>
<p>Rosa Neto destrincha o cenário. Segundo ele, a entrada da mulher no campo de trabalho, na década de 90, melhores condições de estudo e acesso à cultura elevam o nível da sociedade, que passa a ter outras prioridades. Isto é, os fatores contribuem para que seja cada vez mais rara a imagem da dona de casa de décadas atrás, que dedicava boa parte do tempo à TV.</p>
<p>Redação Adnews</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.artesquema.com/2009/11/26/arte-vida-no-esquema-menos-tvs-ligadas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O motivo do apagão&#8230;</title>
		<link>http://www.artesquema.com/2009/11/25/o-motivo-do-apagao/</link>
		<comments>http://www.artesquema.com/2009/11/25/o-motivo-do-apagao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 12:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artesquema</dc:creator>
				<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[imagens]]></category>
		<category><![CDATA[mondo cane]]></category>
		<category><![CDATA[outros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.artesquema.com/?p=1418</guid>
		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.artesquema.com/wp-content/uploads/2009/11/14930338.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-1417" title="14930338" src="http://www.artesquema.com/wp-content/uploads/2009/11/14930338.gif" alt="14930338" width="259" height="292" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.artesquema.com/2009/11/25/o-motivo-do-apagao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carta à Geisy por Ana Paula Padrão</title>
		<link>http://www.artesquema.com/2009/11/10/carta-a-geisy-por-ana-paula-padrao/</link>
		<comments>http://www.artesquema.com/2009/11/10/carta-a-geisy-por-ana-paula-padrao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 12:27:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>artesquema</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tv e mídia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[espaço urbano]]></category>
		<category><![CDATA[mondo cane]]></category>
		<category><![CDATA[outros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.artesquema.com/?p=1384</guid>
		<description><![CDATA[Carta à Geisy
Por Ana Paula Padrão
Acabo de ler, aliviada, a decisão do reitor da Universidade Bandeirante, a Uniban, que revogou comunicado do conselho da própria universidade de expulsão da aluna Geisy Arruda.
Achei que só me restasse esperar, vestida com minha burca, comprada no Afeganistão, a chegada dos Talebans tupiniquins. Ora, se estavam devidamente cacifados por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carta à Geisy</p>
<p>Por Ana Paula Padrão</p>
<p>Acabo de ler, aliviada, a decisão do reitor da Universidade Bandeirante, a Uniban, que revogou comunicado do conselho da própria universidade de expulsão da aluna Geisy Arruda.</p>
<p>Achei que só me restasse esperar, vestida com minha burca, comprada no Afeganistão, a chegada dos Talebans tupiniquins. Ora, se estavam devidamente cacifados por uma instituição de ensino que deveria alimentar e disseminar na sociedade a tolerância, o respeito e outros valores democráticos, os jovens donos da moral certamente invadiriam em seguida o sambódromo para cobrir as Evas e acabar com aquela pouca vergonha.</p>
<p>De qualquer maneira, é preciso pensar sobre o que levou o conselho de uma universidade, que se supõe formado de pessoas esclarecidas e cultas, a acusar a aluna Geisy de ter tido uma “atitude provocativa, que buscou chamar a atenção para si por conta de gestos e modos de se expressar”. Se é assim, pensei comigo ao ler o texto, já em antecipação aos novos tempos: o que seria das praias brasileiras, quando os arautos dos bons costumes se alastrassem, primeiro pelas demais universidades, depois pelos prédios públicos, até chegarem aos locais de aglomeração popular, gritando às mulheres, chicote nas mãos, que se cubram em nome da ética?</p>
<p>Sim, em nome da ética, foi como justificou o conselho da Uniban a atitude de seus alunos, descrita pela nota oficial por eles divulgada, como uma “reação coletiva de defesa do ambiente escolar”.</p>
<p>Um arrepio percorreu minha espinha. Certamente seria eu cosiderada – por eles, os justiceiros da dignidade – inadequada aos padrões desejáveis. Não que eu saia por aí de vestido cor-de-rosa curto – meu implacável senso crítico me diz que já passei da idade. Mas um corpo docente que não admite conviver com uma saia alguns centímetros acima dos joelhos, o que achará então de uma mulher que utiliza seus melhores atributos – a inteligência, a capacidade de articulação, a cultura – para com isso declarar-se independente do julgamento de um homem que diga a ela com que roupa ir aonde quer que seja?</p>
<p>Ler a delirante nota do conselho da Uniban faz meu estômago revirar. A aluna Geisy Arruda, que cumpria com suas obrigações curriculares e pagava suas mensalidades em dia teria sido expulsa “em razão do flagrante desrespeito aos princípios éticos da dignidade acadêmica e à moralidade”. Se é isso que eles escrevem, imagino o que pensam e comentam entre si sobre uma aluna que tem todo o direito de fazer suas próprias escolhas.</p>
<p>Ninguém tem que achá-las bonitas, corretas, louváveis, exemplares. Mas, se já não estamos mais na idade do obscurantismo, nem em Cabul, todos temos sim, que respeitá-las. Se foi esse sentimento que motivou o reitor da Uniban a reavaliar a decisão de seu conselho, loas a ele! Mas que a história toda é assustadora pela quantidade de preconceito envolvida, não há dúvida.</p>
<p><a href="http://blogs.r7.com/jornal-da-record/2009/11/09/carta-a-geisy/">http://blogs.r7.com/jornal-da-record/2009/11/09/carta-a-geisy/</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.artesquema.com/2009/11/10/carta-a-geisy-por-ana-paula-padrao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
