November 21, 2011

No dia 26/11/2012 inaugura “Travessias”, o primeiro evento do centro de artes visuais Bela Maré, localizado no Complexo da Maré, Rio de Janeiro. O projeto é único em sua natureza e intenciona promover diálogos e experiências a partir de obras, ações e intervenções de artistas contemporâneos de reconhecida atuação no Brasil.
De 26 de Novembro às 17:00 a 18 de Dezembro de 2011
Local: Galpão Bela Maré. Rua Bitencourt Sampaio, 169 (entre as passarelas 9 e 10 da Av. Brasil), Rio de Janeiro. Entrada Franca.
O evento inclui uma série de atividades com curadoria de Daniela Labra, Frederico Coelho e Luisa Duarte como exposição, intervenções urbanas, exibição de vídeos, performances, oficinas, palestras e festas.
Artistas: Andre Komatsu, AVAF, Henrique Oliveira, Lucia Koch, Luiz Zerbini, Marcelo Cidade, Marcos Chaves, Matheus Rocha Pitta, Raul Mourão, Ricardo Carioba, Rochelle Costi, Alexandre Sá, Filé de Peixe, Michel Groisman, Davi Marcos e Coletivo Pandilla Fotográfica.
A abertura acontece às 17horas com bate papo com os curadores seguido de uma grande festa às 19horas no local. A entrada é franca.
Veja a programação de oficinas e palestras, além de dicas de como chegar no galpão Bela Maré aqui mesmo:
http://www.artesquema.com/seminario-arte-crime-insubordinacoes/travessiasbela-mare-centro-de-artes-visuaisrj/
November 11, 2011
No instigante Seminário Internacional “Reconfigurações do Público”, realizado no MAM Rio na semana que passou, ouvimos a apresentação de Oscar Muñoz, idealizador e diretor do espaço independente Lugar a Dudas, que fica em Cali, Colômbia .
Trata-se de um local aberto à aquilo que a Arte Contemporânea mais suscita e clama: a dúvida. O espaço foi criado em um bairro decadente numa casa deteriorada que sofreu várias reformas e hoje abriga este ponto de referência em pesquisa de projetos experimentais sobre arte contemporânea na América Latina.
O Lugar a Dudas promove exposições, workshops, cursos, publicações e residências para artistas e curadores, entre outras iniciativas.
Um de seus projetos é o Fotocopioteca, que disponibilza textos curtos em publicações de xerox, como a que está abaixo, com traduções de voluntários e ao preço da xerox. No site é possível baixar os mesmos textos em PDF, de graça.

http://www.lugaradudas.org/
October 2, 2011

Projeto de curadoria online criado em 1997, que explora o fenômeno da Web 2.0 no formato do portal de compartilhamento YouTube. Abordando esse fenômeno desde diferentes ângulos e pontos de vista, CuratingYoutube.net reúne uma variedade de projetos curatoriais.
A mais nova curadoria é uma seleção de vídeos e registros do coletivo (ou onda coletiva?) internacional Anonymous, que realiza ações políticas apoiadas em recursos poéticos (ou ações poéticas ancoradas em motivos políticos).
Veja o link dos vídeos recém produzidos nas manifestações de Wall Street, em Nova Iorque, sob o tag de anonymous e depois passe para conhecer o projeto de CuratingYouTube.net
August 2, 2011
O tema desta edição da revista ONCURATING, voltada para assuntos curatoriais nas artes contemporâneas é “Curando a Crítica” (Curating Critique).
Seu conteúdo joga uma luz na discussão sobre a aparente situação de esvaziamento da capacidade de julgar da crítica de arte. Considerando métodos de aproximação curatorial ao objeto artístico como meios de questionamentos críticos, a publicação desfia possibilidades de inserir a crítica em formatos que estão para além da escritura textual e da dicotomia bom-ruim/certo-errado – as quais não dão mais conta da análise da produção de arte contemporânea.
Esta edição reune artigos de : Marianne Eigenheer, Barnaby Drabble, Dorothee Richter, Sarat Maharaj, Beatrice von Bismarck, Per Hüttner and Gavin Wade, Rober M. Buergel and Ruth Noack, Rebecca Gordon Nesbitt, Maria Lind and Paul O’Neill, Oliver Marchart, Beryl Graham and Sarah Cook, Marion von Osten, Sarat Maharaj and Giliane Tawadros, Ute Meta Bauer and Marius Babias, Walter Grasskamp.
Baixe versão em PDF, em inglês aqui

http://www.on-curating.org/issue_09.html
July 29, 2011
Hurt Now, Feel Later: Noise, Body and Capital in the Japanese Bubble

Matthew Mullane
“The short-lived bubble economy at the end of the 1980s was a period of collective hysteria, a crazy time of frothy fortunes, pie-in-the-sky projects, and lavish living that suddenly evaporated. The impact of the crash of the stock market and land prices has had profound consequences, hammering banks, businesses, investors, borrowers, customers, and employees.”[1]
-Jeff Kingston on Japan’s “lost decade.”
“I cut my leg with a circular saw (…) I knew I had cut myself, but I didn’t feel any pain (…) It was some kind of extreme emotional state.”[2]
-Yamatsuka Eye describing Hanatarash’s second live performance in Osaka, 1984.
Echoing the “boom” of the Japanese economy in the 1980s was an explosive feedback caterwaul shot from underneath the country’s ballooning stock markets. A potent mixture of ecstatic improvisation, raw performance and psychedelic sound mangling, “noizu” (noise music) manifested as a violent and transgressive practice juxtaposed against Japan’s sleek hypermodern expansion. Acts such as Hanatarash and Hijokaidan emerged from the underground eager to destroy not only their ears but their bodies in each performance. Enticed by rumors of blood and auto-destruction, audiences grew in number and in determination to be assaulted by sound. They entered concert venues as war-zones: chainsaws, backhoes, shattered glass and industrial tools were accompaniment to blown-out guitar fuzz and distorted human shrieks. Artist profiles and mythologized tales of performances were disseminated in zines while cassette tapes documenting live recordings and bedroom studio experiments were bartered across oceans. These artifacts were quickly consumed by like-minded listeners in America, Europe and elsewhere, prompting the moniker “Japanoise.”
Continua…
http://www.artandeducation.net/paper/hurt-now-feel-later-noise-body-and-capital-in-the-japanese-bubble/
April 7, 2011
De GRAÇA no SESC Copacabana
ARTE FORA DO CUBO
Encontros com Daniela Labra.
Os encontros discutirão práticas artísticas contemporâneas que se desenvolvem mais além das portas da instituição museológica ou da galeria de arte. Tais práticas se constroem na possibilidade de ressignificar espaços públicos ou lugares não-usuais para a arte, procurando alcançar a sensibilidade do espectador sem a intermediação do aparelho institucional, que muitas vezes engessa e direciona o trabalho do artista. Como crítica não apenas ao poderoso sistema da arte atual, tais procedimentos artísticos assumem a busca por uma poética autoral como meio para levantar questões sociais, políticas e éticas através da experiência estética. Com Daniela Labra.
Distribuição de senhas 30 minutos antes. 15, 22 e 29/4, 18h às 20h. Grátis. Espaço Sesc
+ info http://www.sescrio.org.br
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Workshop de curadoria e crítica de arte
Com Daniela Labra, Felipe Scovino e Guilherme Bueno
O curso é uma introdução à curadoria de arte e ao oficio da crítica, procurando explorar as relações entre as duas. Discutirá temas atuais investigados por ambas, tais como identidade, política e globalidade. Serão analisadas curadorias, obras, ensaios críticos e textos de artistas que relatam a passagem do moderno ao contemporâneo e refletem os caminhos da crítica de arte nas últimas décadas. O curso terá 10 aulas e duas visitas guiadas a exposições.
2ª e 4ª feira | 19h – 21h
18 abr – 18 maio
Infos sobre o programa e inscrições no link: http://www.eavparquelage.rj.gov.br
March 1, 2011
“Toda bienal es en cierto modo un fracaso público y a gran escala, pues siempre hay un sector que se siente alienado o descontento con las necesarias decisiones que el curador debe tomar”.
Trecho extraído do Blog da Bienal do Mercosul. O Texto, do curador geral Jose Roca discute a banalização e mundialização das bienais, considerando esse um estado de crise no formato dessas mega-mostras. O assunto vem sendo abordado de várias formas, em várias Bienais.
Neste caso, o próprio título brinca com o tema da internacionalização e da localidade, além de subverter o clichê que ultimamente tem povoado muitas destas mega-mostras: a questão da política na arte ou da arte política.
Para acessar o texto na íntegra e o blog, acesse aqui:
http://www.bienalmercosul.art.br/blog/bienalidades/
January 16, 2011
Estão abertas matrículas para programas de formação curatorial em diversos níveis pelo mundo. Para os interessados um prato cheio, a começar pelo Rio de Janeiro:
Workshop de curadoria e crítica de arte com Daniela Labra, Felipe Scovino e Guilherme Bueno.
Local: EAV Parque Lage
Início dia 18 de abril. Aulas às segundas e quartas das 19 às 21h
Informações na secretaria da escola ou pelo site http://www.eavparquelage.rj.gov.br/index.asp
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Center for Curatorial Studies, Bard College: Call for Applications
Master of Arts in Curatorial
Studies Program
Application deadline: February 1, 2011
Bard College
Annandale-on-Hudson
NY 12504-5000
http://www.bard.edu/ccs/
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Curatorial studies at Node Center Berlin: Call for applications
Open application period: January 1st – January 30th 2011
Program dates: March 15th – June 7th 2011
Node Center for Curatorial Studies
Hedemannstr 25, 10969
Berlin, Germany
+49 152 2769 9078
info@nodecenter.org
http://www.nodecenter.org
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Roski School of Fine Arts
USC’s M.A. Art and Curatorial Practices in The Public Sphere: Call for Applications
Fall 2011
Application deadline for the
2011-2012 academic year:
February 1, 2011
http://roski.usc.edu/ma
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Wesleyan University’s Center for the Arts in Collaboration with New York’s Danspace Project
Institute for Curatorial Practice in Performance (ICPP): Call for Applications
Professional Certificate Program
Application Deadline: February 1, 2011
http://www.wesleyan.edu/icpp
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Apexart Unsolicited Proposal Program
Apexart’s Unsolicited Proposal Program asks for 600 word idea-based curatorial proposals for a group exhibition that will be evaluated by a large international jury. Submissions are reviewed solely on the strength of the idea; no previous curatorial experience necessary.
The two winning exhibitions will be presented in our 2011-2012 season.
We are accepting proposals at www.apexart.org/unsolicited.htm from January 14- February 14, 2011.
Please visit www.apexart.org for more information.
October 13, 2010
Recebido por e-mail em 13/10/2010:
Em resposta ao texto São Paulo Arde: o espectro da polítca na Bienal, divulgado pelo artista Roberto Jacoby em seguida à solicitação de retirada ou encobrimento de parte da obra El alma nunca piensa sin imagen, exibida na 29ª Bienal de São Paulo, os curadores-chefes da exposição vêm a público declarar o seguinte:
1. Ao contrário do que o texto afirma, em momento algum o projeto apresentado à curadoria da 29ª Bienal de São Paulo pelo Sr. Roberto Jacoby fazia referência direta à campanha presidencial no Brasil. Em todas as inúmeras comunicações feitas (por email, skype e telefone), o artista afirmou querer refletir sobre processos eleitorais a partir de uma campanha fictícia e hipotética. O conteúdo das informações fornecidas pelo artista está expresso no texto que apresenta sua obra, publicado no catálogo e no site da exposição.
2. O fato de as imagens dos candidatos Dilma Roussef (PT) e José Serra (PSDB) estarem publicadas no catálogo e no site da 29ª Bienal de São Paulo não atesta, em absoluto, o conhecimento prévio da curadoria sobreo conteúdo do trabalho tal como apresentado no espaço expositivo. As imagens foram entregues pelo artista apenas ao final do prazo de fechamento da edição do catálogo (…)
SEGUE
July 19, 2010

Felix Ensslin, filho de Gudrun Ensslin, uma das componentes da RAF – organização terrorista de esquerda surgida em Berlim Ocidental no final dos anos 1960, também associada ao nome de Baader-Meinhoff – é co-curador de uma incômoda exposição na Alemanha que convida artistas de 3 gerações diferentes a fazerem uma leitura crítica e estética de episódios do grupo, marcados pela violência e conteúdo ideológico.
Ao mesmo tempo em que incomoda, a mostra é uma idéia ousada , e por isso interessante, de que a arte pode servir a outros interesses que não apenas o mercadológico ou politicamente correto.
Felix Ensslin, foi abandonado aos 6 meses de idade pela mãe, que entrou na clandestinidade para co-fundar a RAF. O menino foi criado num ambiente familiar bruguês e tranquilo e agora, dedicado às artes, se envolveu neste projeto, mais para discutir este episódio da história recente alemã, do que para expurgar fantasmas pessoais.
Ao menos é o que parece.
Leia a matéria na íntegra no site da BBC
‘Terror’ art” challenges Germans