Merce Cunningham solo dance on TV (1984)

Trecho da participação de Merce Cunningham no programa de TV “Good Morning Mr. Orwell”, criado e produzido por Nam June Paik. Tal programa foi, na verdade, derivado de uma instalação performática multimidia ao vivo transmitida via satélite entre Paris e Nova York, no ano novo de 1984, criada e produzida por Paik.

http://en.wikipedia.org/wiki/Good_Morning,_Mr._Orwell

Len Lye

Tive o prazer de conhecer recentemente a obra deste artista neo-zeolandês. Um vanguardista dos anos 1930 que me parece ser pouco conhecido por aqui. Lye pintava diretamente na película e depois rodava.  Simples, belo, emocionante, visionário.



+ info  http://en.wikipedia.org/wiki/Len_Lye

GEOPOLÍTICA DEL ARTE: NOCIONES EN DESUSO

GEOPOLÍTICA DEL ARTE: NOCIONES EN DESUSO – Néstor García Canclini

1. ¿Cómo definir en las artes las relaciones entre norte y sur o entre oriente y occidente? Distintas épocas generaron narrativas que hoy son difíciles de aplicar como: colonialismo, imperialismo, poscolonialismo. Subsisten procesos de dominación que merecen los primeros dos nombres, pero la mayor parte de los vínculos asimétricos, desiguales, entre países o culturas requieren otros conceptos, que aún no tenemos.

Las teorías poscoloniales, nacidas en India y otros países asiáticos independizados hace cinco o seis décadas, son menos productivas en América latina, donde muchos países celebran este año el bicentenario de su independencia. Algunos latinoamericanistas de la academia estadounidense intentan destacar los “legados coloniales”, especialmente en zonas con alta población indígena. Pero si uno quiere tomar en cuenta lo que sucede en las ciudades (donde habita más del 70%), aun en el centro histórico de la ciudad de México, el que conserva más edificios de la colonia, los problemas demográficos y económicos, de tráfico y contaminación, de desarrollo cultural y social, necesitan ser leídos como efectos de las contradicciones modernas.

Continua em http://salonkritik.net

Programa de Arte do Banco Mundial

Parece esquisito, não entendo bem os propósitos reais, mas enfim… divulgando!

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Com o patrocínio da Vice-Presidência do Banco Mundial para a América Latina e Caribe, o Programa de Arte do Banco Mundial em parceria com o Centro Cultural do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Museu de Arte das Américas das Organização dos Estados Americanos (OEA) e a Secretaria da Comunidade Caribenha (CARICOM), anuncia a convocatória para a participação na exposição de artes visuais inspiradas pelo tema de mudança, apresentando artistas da América Latina e Caribe.

Inscrições devem ser recebidas pelo Programa de Arte do Banco Mundial até dia 30 de abril de 2010*, os artistas selecionados serão notificados até o final de maio de 2010.

O Programa de Arte do Banco Mundial promove artistas emergentes de todo o mundo em reconhecimento à importância da arte e cultura para a coesão social e crescimento econômico.

+ info clique em Programa de Arte do Banco Mundial

Conquistas da Arte Contemporânea na II CNC

Álvaro Maciel, do CEAV da FUNARTE RJ, mandou o seguinte e-mail, que eu disponibilizo aqui para todos os interessados:

Os resultados da II CNC (Conferência Nacional de Cultura) estão disponíveis no Blog da Conferência, no portal do MinC.

Gostaria de destacar dois pontos fundamentais para a Arte Contemporânea.

1) Conseguimos consagrar o termo Arte Contemporânea ( de vanguarda e emergentes), que além de ter sido citado diversas vezes no Caderno Final das Prés, foi anexado à proposta de apoio à PEC 150 que foi aprovada como prioridade, ou seja, um dos pontos de maior destaque de toda a Conferência. (vide proposta 192 – eixo Economia Criativa). Não podemos esquecer que o discurso do Presidente Lula também nos contemplou por duas ou três veze, logo na cerimônia de abertura.

2) O termos novas tecnologias e novas experimentações foram defendidos em todas as sub-plenárias. Organizamos militantes para isso e o resultado foi muito positivo. A ideia era defender “preservação das manifestações tradicionais” , dar apoio à arte popular e “garantir o acesso às novas experimentações”. Por muito pouco não conseguimos aprovar mais propostas dessa natureza no conjunto das 32 prioridades, mas com essa prioridades aprovadas ficou bem difundido o conceito. vide propostas com as citações:

80 – eixo Cultura, Cidade e Cidadania,

101 – eixo Memória Transformação Social ,

140 – eixo Cultura e Desenvolvimento Sustentável),

279 – eixo Gestão e institucionalização da Cultura e

324 – eixo Sistema de Informações e Indicadores Culturais.

3) A Classe artística ( artistas, gestores, produtores, mediadores etc), enfim, ganha de vez o seu espaço no debate e formulação de políticas públicas ao ter o seu Caderno de Propostas das Prés Conferências Setoriais, aprovado na íntegra pela Plenária da II CNC.

Saudações Culturais,

Álvaro Maciel – Equipe do CEAV/Funarte

Proteja-me do que desejo – O Curso

Se você acha que ninguém discute nada de arte hoje em dia, que os críticos não tem nada a dizer e que tudo se resume a mercado, então é hora de botar a cabeça prá funcionar! A situação é bem mais complexa – e interessante – do que isso.

Curso Protect me from what I want / Proteja-me do que desejo: Discutindo conceitos, teorias e procedimentos da arte contemporânea

Com Daniela Labra – crítica de arte e curadora

A segunda edição do curso, ministrado no MAC em 2009, aborda conceitos gerais da arte moderna e contemporânea, e traz para a discussão ideias como: a arte como filosofia; o artista como produtor de sentido; autoria e originalidade na era da reprodução digital; fazendo arte depois do fim da historia da arte;

Dia e hora: terças feiras, das 10h às 12:30.

Início: 16 de março

Local: Auditório do MAC

Serão 6 encontros, entre 16 de março e 20 de abril.

Valor: R$ 250,00

As Câmaras Setoriais de Cultura

Para quem nem ficou sabendo – ou para quem muito soube – nos dias 7, 8 e 9 de março aconteceu, em Brasília, a pré-conferência nacional de cultura com delegados da sociedade civil e convidados, para atuarem como representantes de diversos segmentos artísticos em um longo debate que começou em 2005, orientado pelo MinC.

A intenção de tal debate é, grosso modo, criar uma cartilha para a cultura que futuramente vire lei de Estado e dê suporte aos profissionais da cultura.

Participei deste evento na categoria de convidada da FUNARTE pela câmara setorial de Artes Visuais, e saí satisfeita por ter acompanhado um processo que conseguiu caminhar numa direção democrática e equilibrada, elegendo representantes de diversos estados do Brasil, atuantes em suas áreas e cheios de vontade de contribuir para a melhoria (e construção) das políticas culturais nacionais que dizem respeito ao nosso campo de atuação, que é o das artes visuais.

De certo modo, me surpreendi com a ausência de pessoas de alguns estados, como Espirito Santo e Maranhão, e mesmo com alguém jovem do DF, localidade  estranhamente com apenas um representante do antigo colegiado, o Sr. Wagner Barja, que continuou no colegiado, mas como delegado suplente apenas.

Nesse sentido, também fiquei refletindo sobre o esvaziamento da participação de São Paulo, cidade que mais tem verba, equipamentos culturais e mercado de arte(s). Fico com a impressão que talvez seja dificil compreender um processo de descentralização de poder (e verba pública), quando se está na auto-suficiente São Paulo – cidade que amo (que fique claro para não parecer bairrismo).

Me pergunto se o peso do mercado de arte e os grandes eventos comerciais na cidade, que de certa forma orientam boa parte da produção do artista em geral (não só em SP), talvez estejam colaborando para um desinteresse dos profissionais do meio na participação política de abrangência nacional. Me preocupou um pouco não ver pessoas ligadas a universidades ou instituições paulistas lá em Brasilia, assim como artistas inseridos internacionalmente, curadores e críticos independentes, que em São Paulo são tão atuantes… Talvez o pessoal não tenha tempo sobrando para ir a Brasilia fazer um trabalho voluntário.

Mas, enfim, parece que o processo das câmaras setoriais tem tudo para deixar um legado muito positivo para todos – apesar dos pesares, por que nada é perfeito. E aproveito para parabenizar a Livia Martucci, de São Carlos (SP) que com muito empenho foi eleita a representante do Sudeste para as artes visuais. Certamente ela terá muito trabalho pela frente – e tomara que receba muito apoio de todos nós.

obs1 : os participantes da pré-conferência, com excessão dos convidados, foram escolhidos em plenária aberta formada por pessoas interessadas. A eleição se deu em diferentes cidades brasileiras, nos meses anteriores a esta pré-conferência.

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DELEGADOS ELEITOS

Foram eleitos, no dia 09 de março de 2010, durante a Pré-Conferência Setorial de Artes Visuais, os novos membros do Colegiado Setorial de Artes Visuais para os próximos dois anos. Veja os nomes:

Titulares: Orlando Maneschy, Sânzia Barbosa, Magna Domingos, Charles Narloch, Lívia Martucci, Tana Halú, Paula Trope, André Venzon, Tibério França, Rosa Melo, Denise Bandeira, Luiz Carlos de Carvalho, Serafim Bertoloto, Fernanda Magalhães e Newton Rocha Filho (Goto).

Suplentes: Lígia Barros, Viviani Duarte, Wagner Barja, Neiva Bohns, Janaína Garcia, Aslan Cabral, Yiftah Peled, Lúcia França, Diógenes Chaves, Luiz Gustavo Vidal, Ana Glafira, José Albio e Dércio Damaceno.

+ INFO   http://culturadigital.br/setorialartesvisuais/2010/03/10/novo-colegiado-setorial-de-artes-visuais/

Bolsas da Fundação HARPO

As bolsas da fundação americana HARPO financiam pesquisas de artistas através de instituições sem fins lucrativos. A instituição deve mandar uma proposta, em nome do artista. Projetos de pessoas físicas não são aceitos.

Mission
Harpo Foundation was established in 2006 to support artists who are under recognized by the field. This applies to all artists whether emerging or further along in their careers. We view the definitions of art and artist to be open-ended and expansive.

2010 Funding Focus
The relationship between art and site in an era defined by digital technologies is the focus for Harpo Foundation’s 2010 funding cycle. Of specific interest is the dialectic between the non-locality of the digital world and the existential physicality of our everyday environment. For example, our sense of place is being drastically altered by web space, which brings geographically distant locations together to form a new kind of locality, yet what’s small, local, personal, political and natural informs our vision for a sustainable future; the search for place-bound identity persists.

+  info     http://www.harpofoundation.org/

E viva o povo brasileiro!

Bola, novo curtinha de Emílio Domingos: a essência do carnaval de rua.