February 28, 2010

Boicote à política cultural

Repassando…

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[email protected],
Agora em março acontece a II Conferência Nacional de Cultura, onde participarão os delegados eleitos nas Conferências Estaduais. Segundo o regimento interno da Conferência Nacinal é obrigação dos estados custear o transporte de seus delegados. Infelizmente o ÚNICO estado que se negou a cumprir o regimento foi o estado de São Paulo. Segue abaixo uma carta de repúdio escrita pelos delegados.
Att.
Wendy Palo
Coordenadora Financeira Instituto Cultural Janela Aberta

Nós, delegados democraticamente eleitos como representantes legais do Estado de São Paulo para a II Conferência Nacional de Cultura, a ser realizada no período de 11 a 14 de março, em Brasília, vimos por meio desta manifestar o nosso mais veemente repúdio, que pode ser subdividido em desagravo e indignação, ao governo do estado de São Paulo, notadamente invocado nas pessoas de seu governador, sr. José Serra, e secretário estadual da Cultura, sr. João Sayad, pela atitude de boicotar a nossa participação neste importante evento que faz parte de um esforço coletivo e somatório de dotar o país de uma política pública democrática que possa fortalecer a Cultura nacional.

Ao agir assim, os srs. governador e secretário estadual da Cultura do Estado São Paulo descumprem um regulamento previamente acordado entre União e Estado, além de desprezarem o esforço de mais de 400 municípios paulistas que, acreditando na adesão estadual à II Conferência Nacional de Cultura, realizaram as suas conferências municipais e intermunicipais, dispendendo para isso recursos humanos e materiais e reunindo milhares de cidadãos, representantes da sociedade civil e de poderes públicos locais, para debaterem e formularem questões e propostas pertinentes à Cultura.

Uma vez vencidos estes processos, os mesmos municípios voltaram a esforçar-se para enviar seus respectivos delegados eleitos para a cidade de São Paulo, onde em 26 de novembro de 2009, no Memorial da América Latina, realizou-se a fase estadual da II Conferência Nacional de Cultura – evento que também contou com esforços pessoais, governamentais e, mais grave ainda: com uso de dinheiro público para a sua realização. Dinheiro público cujo gasto se tornou  irregular, uma vez que o motivo final de sua utilização veio a se tornar desnecessário, dada a decisão do goverso do Estado em desobrigar-se de sua responsabilidade  para com os delegados estaduais, ou seja, a de garantir a participação deles mediante  arcar com os custos de transporte para Brasília.

Nosso repúdio não deve ser somente em nome – em nome dos delegados estaduais, mas também e, sobretudo, em nome de todos os milhares de cidadãos que participaram das fases municipais e intermunicipais, acreditando serem verdadeiras as intenções do governo do Estado para com a realização da II Conferência Nacional de Cultura.

É preciso salientar que, a partir da postura inábil e totalmente desprovida de prática em conferências do governo do Estado, demonstrada na forma caótica com que realizou a fase estadual, nossos representantes do governo do estado já sinalizavam desconforto com essa maneira de se relacionar com a sociedade civil e, em parceria desta, definir estratégias e propostas visando a implementação de políticas públicas culturais.

Mas esse desconforto pode servir para um nosso não estranhamento com o boicote político de nosso governo estadual à II Conferência Nacional de Cultura, mas não deve justificar o desrespeito dos srs. José Serra e João Sayad a todos os municípios e cidadãos paulistas que crêem em uma nova relação entre Estado e sociedade civil e, para tanto, não economizam tempo nem ações para a construção deste novo tipo de diálogo mais saudável e imprescindivelmente necessário. Este boicote não vitimiza somente a nós, delegados estaduais que subscrevemos a esta carta, mas sim a todo o povo paulista que acredita na Cultura como direito básico do cidadão.

Nós, delegados da Conferência Estadual de Cultura, primeira diga-se de passagem,  subescrevemos esta carta e convidamos a todos artistas, gestores(as) públicos ou privados, produtores(as) culturais, fazedores (as) e/ou sabedores (as) culturais a endossá-la. Ela nos serve como moção de repúdio ao governo estadual paulista, pelo boicote à II Conferência Nacional de Cultura, tanto quanto como a reiteração de nossa crença inquebrantável  na Cultura, na Educação e na Cidadania.

Os srs. José Serra e João Sayad nos deram um “belo” exemplo de como não sermos cultos, educados ou cidadãos.

Sem mais, subscrevemos

DELEGADOS ESTADUAIS DEMOCRATICAMENTE ELEITOS PARA A II CONFERÊNCIA NACIONAL DE CULTURA E APOIADORES DA DEMOCRACIA.

February 25, 2010

CuratorLab – Curatorial Program for Professionals in Arts, Crafts and Design

CuratorLab (Estocolmo)
Applications are accepted once a year, to enter in September 2010.
The application deadline for 2010/2011 is April 5, 2010.

CuratorLab is an international self-directed curatorial course dedicated to the advancement of curatorial practices based on research in the arts, crafts and design. It is designed to offer time to conduct research and to explore new directions and ideas in order to develop artistic or theoretical work while linking academic study to cultural projects.

The program offers the participants the possibility to develop and realize one individual or collaborative project in the form of a public presentation, i.e. exhibition, lecture series, publication, screenings, seminar, for which CuratorLab provides professional feedback and practical support as well as a moderate research/production budget.
The final form, and where it will be presented, is decided by each participant in dialogue with his or her personal advisor.

CuratorLab will arrange guest lectures by professionals in the field, and provides each participant access to the faculties across Konstfack’s nine departments, visiting curators, critics and practitioners, and be welcomed into graduate seminars and classes.

Dependant on the individual aims and research topics of the participants the faculty will assist in contacting art institutions to arrange lectures, to set up meetings with professionals in the field, as well as schedule studio visits with artists and designers in the Nordic region.
Participants will be introduced to Konstfack’s Nordic and international network in arts, design and craft.

Participants are encouraged to organize public presentations within Konstfack, in the form of discussions, lectures, screenings, or seminars, for which they will receive support by the faculty.

Konstfack provides each participant with a shared office space including telephone, Internet and other amenities, and access to local research libraries.

Applications are accepted once a year, to enter in September 2010. The program is flexible. It can be divided over different intervals over the academic year and it is not required to be based in Stockholm full time. The final schedule will be determined during the first meeting mid September in Stockholm.

Language
The program is international and all seminars are in English.

Costs
Tuition at Konstfack is free of charge. The university college has no scholarships to offer students.
For more information on study in Sweden please visit
www.studyinsweden.se and
www.studyinsweden.se/Scholarships/SI-scholarships/

Requirement for Application
MA degree in fine art, art history, critical studies, architecture, crafts and design and / or equivalent working experience in independent curatorial practices or within institutions.

Application Deadline
April 5, 2010.

Application Form
Download the application form here (pdf).

More information
For further information please contact Renée Padt, Programme Director CuratorLab, [email protected]

http://www.konstfack.se/curatorlab

February 22, 2010

Jan van Eyck Academie

CALL FOR APPLICATIONS
Deadline: 15 April 2010

Jan van Eyck Academie
Academieplein 1
6211 KM Maastricht
The Netherlands
http://www.janvaneyck.nl

Artists, designers and theoreticians are invited to submit research and production proposals to become a researcher at the Jan van Eyck Academie. The application deadline is 15 April 2009.

The Jan van Eyck Academie is an institute for research and production in the fields of fine art, design and theory. Every year, 48 international researchers realise their individual or collective projects in the artistic and critical environment that is the Jan van Eyck. In doing so, they are advised by a team of artists, designers and theoreticians who have won their spurs globally.

Multi-Disciplinary Research
Artists, designers and theoreticians at the Jan van Eyck Academie work alongside each other and establish cross-disciplinary exchange. The academy is not led by predetermined leitmotivs. The research projects, miscellaneous in nature, make the Jan van Eyck a multi-disciplinary institute.

Programme
Researchers, departments and the institute organise various weekly activities, to which special speakers are invited: lectures, seminars, workshops, screenings, exhibitions, discussions, … The Jan van Eyck community and external interested parties are welcome to attend this programme. The result is a dynamic and critical exchange between the different agents from within and outside of the Jan van Eyck.

Facilities
Researchers can avail themselves of facilities that support their projects from first concept to public presentation, including the library, the documentation centre and various workshops. They can also get assistance with their print work, the editing and distribution of publications and the publicity of events. All researchers receive their own studio and a stipend.

Applications
Candidates applying for Fine Art, Design or Theory are asked to propose an individual research project. They can also indicate their interest in participating in one of the projects that are offered by the department of their choice or one of the other departments (please see http://www.janvaneyck.nl). Research candidates can apply for a one-year or two-year research period starting annually on 1 January. It is also possible to apply to do research for a different period and with a different starting date.

More info
Please visit our website at http://www.janvaneyck.nl (button ‘applications’) for more information and for the upcoming series of video messages by Kim de Groot, designer of the JVE 2010 recruitment campaign.

February 16, 2010

Filme do Banksy

Filme sobre Banksy não esclarece o grande mistério sobre o artista Obra de Banksy no filme (do Globo online)

‘Exit through the gift shop’ / Divulgação Uma sensação esquisita acompanhou os espectadores da última sessão de domingo da mostra oficial do Festival de Berlim. Muitos saíram da exibição do documentário “Exit through the gift shop” acreditando que, até o fim da semana, sem que ninguém perceba, o Berlinale Palais, principal cinema do Festival, vai amanhecer com algum símbolo anarquista desenhado no urso que simboliza Berlim. Ou que, talvez, toda a fachada ganhará adesivos de outras mostras de cinema. Ou, ainda, que um elefante com a cara do brincalhão Dieter Kosslick, diretor do Festival, surgirá caminhando numa das ruas da Potsdamer Platz.

A razão de tanta imaginação se deve ao responsável por “Exit through the gift shop”. Ou, ao menos, àquele que se apresenta como diretor do filme, o artista plástico britânico Banksy. O documentário foi lançado no fim do mês passado, em Sundance, e acabou selecionado para a mostra oficial de Berlim, mas fora de competição. A expectativa era grande por todo o mistério que cerca a figura de Banksy. Desde que surgiu, nos anos 1990, como um dos expoentes da street art, a arte de rua, ninguém descobriu ao certo seu nome, viu seu rosto ou visitou sua casa. Imaginava-se, então, que o filme esclareceria alguma coisa. Mas “Exit…” foi tão direto ao ponto quanto um episódio da série televisiva “Lost”.

Antes da projeção, foi anunciado que seria exibido um vídeo feito por Banksy especialmente para o festival. O artista apareceu na tela com seu figurino habitual: calça jeans, casaco com capuz e seu corpo às escuras. Sentado num local onde disse ser sua casa (uma espécie de caverna, com um carrinho de sorvete todo pichado ao fundo), Banksy falou com uma voz modificada digitalmente, meio Darth Vader, a mesma que ele utiliza no documentário: “Algumas pessoas estão dizendo que o filme é uma mentira. Mas isso não é verdade. ‘Exit through the gift shop’ é um filme honesto. Não havia roteiro, planos, nem sabíamos que estávamos fazendo um filme. E acho que é um bom filme, sobretudo se você tiver uma expectativa baixa”.

Baixa ou não, a única expectativa que o documentário não atende é em relação a seu diretor. O filme trata pouco da carreira de Banksy. O foco, na verdade, é o francês Thierry Guetta, um entusiasta do grafite que passou anos registrando em vídeo o trabalho de artistas de rua como Shepard Fairey (autor do famoso cartaz “Hope” para a campanha presidencial de Barack Obama) e o próprio Banksy. Guetta teria estado ao lado de Banksy quando este colocou um boneco pintado como prisioneiro de Guantánamo num parque da Disney, em Orlando. Ele também teria comparecido, entre várias celebridades, à exposição “Barely legal”, que o artista montou em Los Angeles e cujo destaque foi a presença de um elefante vivo pintado de rosa.

Segundo o filme, Banksy primeiro incentivou Guetta a ele próprio fazer um documentário sobre o trabalho dos artistas de rua, mas o resultado foi risível — “Exit…”, por sua vez, traça um panorama de uma década de street art através dos olho de Guetta. Banksy, então, teria convencido o videomaker a criar arte. Surge, então, Mr. Brainwash (Sr. Lava Cérebro). Com uma forte campanha de marketing, Mr. Brainwash se tornou em pouco tempo uma sensação pop nos EUA. A capa do último disco de Madonna, a compilação “Celebration”, foi feita por ele.

Anteontem, curiosamente próximo ao burburinho causado pelo documentário, Brainwash abriu sua primeira exposição em Nova York, intitulada “Icons”. Sua arte, basicamente, trata de apropriação da arte alheia. É uma espécie de remix no mundo das artes plásticas. Vários quadros sampleiam obras de Andy Warhol, Piet Mondrian ou, logicamente, de Banksy. Em 2008, numa exposição na Sunset Boulevard, em Los Angeles, ele montou a imagem do quadro “Nighthawks”, de Edward Hopper, em tamanho real.

Apesar de Banksy criticar a forma como Brainwash comercializa a arte (“Saia pela loja de presentes”, diz o título do documentário), o filme só tem feito sua popularidade aumentar, apenas com os ecos de dois festivais de cinema. Em Berlim, durante a entrevista coletiva de “Greenberg”, de Noah Baumbach, no domingo, um jornalista pediu licença para perguntar para o ator galês Rhys Ifans o porquê de “Exit…” não ter representantes no festival para uma entrevista. Ifans, que faz a narração do documentário e que foi o amigo tresloucado de Hugh Grant em “Um lugar chamado Notting Hill”, despistou: “Infelizmente Banksy morreu anteontem”.

Especula-se, agora, se Banksy e Guetta não seriam a mesma pessoa. Ou se Brainwash não seria mais uma intervenção de um artista que começou a carreira no submundo e que já teve trabalhos expostos na Tate Britain, em Londres e no Museum of Modern Art, em Nova York. Mas a única certeza que se tem é que “Exit through the gift shop” tem todo o jeito de ser apenas a ponta de uma intervenção de Banksy que saiu das ruas e entrou nos cinemas.

http://oglobo.globo.com/blogs/cinema/posts/2010/02/16/filme-sobre-banksy-nao-esclarece-grande-misterio-sobre-artista-266726.asp

February 12, 2010

Só me acorde depois que o carnaval passar…

Arte contemporânea e Carnaval nem sempre combinam. Enquanto uma requer muito pensamento, o outro é só ação e devaneio dionisíaco… Assim, entraremos em recesso até que a Banda passe, mas no final da semana estamos aí de novo, levantando das cinzas. E vamos prá festa por que brasileiro adora isso, né?!

Deixo a dica de música de carnaval sem Axé mas com levada quase. É meio breguinha, mas divertida:

MIXTAPE PIZZA SAMBA – MASHUPS DE CARNAVAL PARA AGEMDA
André Paste, Brutal Redneck, Faroff, João Brasil e Lucio K, todos na capinha do Sassá aka Brutal Redneck, comendo a pizza de pedacinhos de disco do Moreira

E se você está achando que essa foto é na bagaceira Carioca, se enganou… Exportamos know-how há muito tempo. Isso é em Notting Hill, Londres, no carnaval de 2008.

February 11, 2010

Happy Art : )

Ah, que fofo!

O Happy Art Collectors é um clube de colecionadores… felizes! Que beleza! Deve mesmo ser muito bom ter uma graninha extra para gastar com arte. Alguém duvida? Agora vejam abaixo o statement dos Colecionadores da Arte Feliz, e a tradução inacreditável para o português. Tim-tim!

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February 9, 2010

Workshop de Curadoria e Crítica no MAM Rio

Workshop de curadoria e crítica de arte com Daniela Labra, Guilherme Bueno e Felipe Scovino.

O workshop é composto de 10 aulas (com carga horária de 30 horas) e inclui duas visitas a exposições. Este curso é uma introdução ao pensamento sobre práticas da curadoria de arte contemporânea, e pretende discutir temas abordados pela crítica atual tais como identidade, política e globalidade, entre outros, que atravessam as últimas concepções curatoriais.

Data: de 04 de março a 13 de maio de 2010
Horário: quintas feiras, das 10h às 13h
Local: auditório da cinemateca do MAM
Investimento: duas parcelas de R$300,00

Informações e inscrições
[email protected]

February 8, 2010

Sarah Maple

Fighting Fire With Fire, 2008

http://www.sarahmaple.com/

February 5, 2010

Kusama Murakami

Yayoi Kusama. Dots Obssession New Century 2000. 2002

Takashi Murakami. Retrospectiva Moca Los Angeles. 2007-2008

February 3, 2010

Não é arte… É a intervenção do Demo!

Eu, Claudio Angelo, editor de Ciência da Folha, e Rafael Garcia, repórter do jornal, decidimos abrir uma igreja. Com o auxílio técnico do departamento Jurídico da Folha e do escritório Rodrigues Barbosa, Mac Dowell de Figueiredo Gasparian Advogados, fizemo-lo. Precisamos apenas de R$ 418,42 em taxas e emolumentos e de cinco dias úteis (não consecutivos). É tudo muito simples. Não existem requisitos teológicos ou doutrinários para criar um culto religioso. Tampouco se exige número mínimo de fiéis.
Com o registro da Igreja Heliocêntrica do Sagrado EvangÉlio e seu CNPJ, pudemos abrir uma conta bancária na qual realizamos aplicações financeiras isentas de IR e IOF. Mas esses não são os únicos benefícios fiscais da empreitada. Nos termos do artigo 150 da Constituição, templos de qualquer culto são imunes a todos os impostos que incidam sobre o patrimônio, a renda ou os serviços relacionados com suas finalidades essenciais, as quais são definidas pelos próprios criadores. Ou seja, se levássemos a coisa adiante, poderíamos nos livrar de IPVA, IPTU, ISS, ITR e vários outros “Is” de bens colocados em nome da igreja.
Há também vantagens extratributárias. Os templos são livres para se organizarem como bem entenderem, o que inclui escolher seus sacerdotes. Uma vez ungidos, eles adquirem privilégios como a isenção do serviço militar obrigatório (já sagrei meus filhos Ian e David ministros religiosos) e direito a prisão especial.

VEJAM MAIS EM
http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/helioschwartsman/ult510u660688.shtml