Próxima parada: Investigações Pictóricas – MAC Niterói

INVESTIGAÇÕES PICTÓRICAS

Sete artistas jovens, com carreiras em ascensão e com interesse pela pintura, participam da exposição “Investigações Pictóricas”, de 07 de março a 12 de abril, no MAC Niterói.

Contrariando os críticos que acreditavam na “morte” da pintura, esta se manteve como a mais desafiadora das modalidades artísticas. Prova de sua sobrevivência é justamente a extensa produção que continua a ser desenvolvida por artistas do mundo todo, mesmo os mais jovens e de discurso mais contemporâneo.  A exposição “Investigações Pictóricas” mostra uma pequena seleção da produção atual de pintura brasileira jovem e aponta para pesquisas diversas.

A coordenação geral é da CasaQuattro Comunicação, com produção de Amanda Bonan.

Serviço:
INVESTIGAÇÕES PICTÓRICAS – MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE NITERÓI
Abertura: 07 de março
Horário: 10h
Visitação: de 07 de março a 12 de abril de 2009.
Horário: de terça a sexta das 10h às 18h
sábados e domingos de 10h às 19h
Local: Museu de Arte Contemporânea de Niterói.
Endereço: Mirante da Boa Viagem, s/nº. Niterói, RJ • CEP: 24210-390
Tel: (21) 2620-2400 • Fax: (21) 2620-2481
www.macniteroi.com.br
Ingresso: R$ 4,00 (estudantes com carteira e adultos acima de 60 anos pagam R$2,00; crianças até 7 anos não pagam; as quartas-feiras a entrada é franca)

Performa 09 – 3ª edição da bienal de performance de NY

Bom carnaval!

PERFORMA 09
The Third Biennial of
New Visual Art Performance
New York City,
November 1-22, 2009

PERFORMA
100 West 23rd Street, 5th Floor
New York, NY 10011
+1 212 366 5700
[email protected]

http://www.performa-arts.org

PERFORMA 09 COMING TO NEW YORK CITY NOVEMBER 1-22, 2009

Performa 09, the third biennial of new visual art performance, will be held in New York City from November 1-22, 2009. The three-week city-wide festival will feature new Performa Commissions and an exciting program of performances, exhibitions, educational forums, film screenings, and radio and television broadcasts. Presented with a consortium of arts institutions and a network of public and private venues across the city, Performa 09 will showcase the work of approximately 100 artists in collaboration with over 25 curators — institutional and independent — in a lively, performance-driven “festival as think tank” that will be a catalyst for envisioning New York City as “the city of the Future”.

Performa 09 will mark the 100th anniversary of the publication of F.T. Marinetti’s “Futurist Manifesto” in 1909, which launched the most provocative and cross-disciplinary artistic movement of the twentieth century, bringing some of the radical propositions of the Futurists a century ago back to life in unexpected ways. Using the Futurist template of manifestos-for-the-future in all disciplines, Performa 09 will explore exciting new ideas in visual art, film, music, poetry, graphic design, dance, architecture, and urbanism. The city of New York itself will be featured as an evolving ignition of ideas, its streets, transportation, and airwaves providing a platform for public engagement and inspiration. Following the biennial, several Performa Commissions will tour to venues in Milan, Mexico City and Shanghai. The countdown to Performa 09 will begin with a special Futurist Banquet on February 20th — the date, one hundred years ago, of the publication of the original manifesto on the front page of Paris’s Le Figaro — featuring an inventive menu of recipes from Marinetti’s Futurist Cookbook (1932), live music, and performances celebrating this historic occasion.

Simpósio traz debate sobre sociedade da vigilância para o Brasil

As possibilidades técnicas de vigiar as pessoas nos dias atuais são cada vez mais amplas. Seja por meio de câmeras de vigilância, celulares, sistemas de GPS nos veículos, Internet e tecnologias de comunicação em geral, ou pela mera utilização do cartão de crédito, cada um de nós está cada vez mais sujeito a estar em situações nas quais outras pessoas, sejam de organismos públicos ou privados, podem saber sobre nossa rotina diária.

Em conexão com essas mudanças profundas, acontece o Simpósio Internacional e Interdisciplinar Vigilância, Segurança e Controle Social na América Latina,entre os dias 04 e 06 de março, na PUC do Paraná. Trata-se do primeiro evento no Brasil que busca reunir pesquisador latino americanos para debater de forma direta questões relativas à “sociedade de vigilância” e outros assuntos correlatos, como segurança, violência, cidades e tecnologias de comunicação, dentre outros. O evento será gratuito e tem vagas limitadas.

A conferência de abertura do evento, no dia 04 de fevereiro, está por conta do sociólogo David Lyon, da Universidade de Queen’s. Ele é coordenador do projeto de pesquisas Surveillance Project (www.surveillanceproject.org), editor da revista Surveillance & Society, e autor de vários trabalhos como “The electronic eye: the rise of surveillance”.

O simpósio contará também com a presença de mais três conferencistas:
Nelson Arteaga Botelho, da Universidade Autônoma do México e Luiz Antonio Machado, do Iuperj, ambos com conferências no dia 05, e do geógrafo David Murakami Wood, da Universidade de Newscastle (Inglaterra), no encerramento do dia 06. Além das conferências, o simpósio terá sessões para discussão de mais de 40 pesquisas e estudos reunidos sob os seguintes temas: “Crime Espaço e Lugar”, “Vídeo-vigilância”, “Políticas públicas”, “Culturas de vigilância”, “Vigilância institucional”, “Cidadania, comunidade e controle”, “Sistema penal”, “Retóricas d crime e medo”, “Novas tecnologias de vigilância”.

Dentre as apresentações de trabalhos vale destacar o da geógrafa e urbanista Hille Koskela, da Universidade de Helsinki, sobre um website temporário, o Texas Virtual Border Watch Program, no qual qualquer pessoa que quisesse poderia participar do controle de fronteira entre EUA e México, bastando registrar-se para ter acesso às webcams e sensores.

Estudos de Vigilância
Os chamados Estudos sobre Vigilância (Surveillance Studies) compõem uma área interdisciplinar de pesquisa que se dedica a refletir sobre a ‘sociedade de vigilância’. Esse é um conceito que vem sendo desenvolvido,sobretudo, em países da Europa e América do Norte, e ainda é pouco observado ou explorado além dessas regiões.

A tentativa de reunir no Brasil pessoas que vêm pesquisando a vigilância na América Latina e no mundo tem como objetivo mais direto impulsionar essa área de pesquisa no país e região, além de sinalizar a necessidade de mais debates acadêmicos e políticos sobre o tema.

De acordo com um dos organizadores do evento, o arquiteto e urbanista Rodrigo Firmino, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, os estudos sobre vigilância ainda são bastante dominados por perspectivas do hemisfério norte, mas a vigilância tem se tornado um tema importante e tem merecido cada vez mais reflexão e avaliação por parte de diferentes áreas do saber em diversas partes do globo. “Os países do hemisfério sul – destaca Firmino – também são lugares onde vigilância e controle social apresentam impactos diretos e viscerais, e que normalmente passam despercebidos no nosso cotidiano. Não podemos nos abster de debater sobre
o assunto”.

Serviço:
Simpósio Internacional e Interdisciplinar Vigilância, Segurança e Controle Social na América Latina
Data: de 04 a 06 de março de 2009
Local: Pontifícia Universidade Católica do Paraná (Curitiba)
Auditórios 1 e 2, Centro de Ciências Jurídicas e Sociais (bloco vermelho)
Av. Imaculada Conceição, 1155 – Prado Velho, Curitiba, PR, Brasil

Mais informações sobre o evento pelo e-mail: [email protected]
Ou no site do evento: http://www.ssscla.com

Comissão organizadora:
**Rodrigo Firmino [Programa de Pós-Graduação em Gestão Urbana, Pontifícia
Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Curitiba, Brasil]
**Fernanda Bruno [Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura,Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro, Brasil]
**Marta Kanashiro [Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo e Grupo Conhecimento, Tecnologia e Mercado, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas, Brasil]
**Nelson Arteaga Botello [Facultad de Ciencias Políticas y Administración Pública de la Universidad Autónoma del Estado de México]
**David Murakami Wood [Global Urban Research Unit, Newcastle University,
Reino Unido]

Realização: Programa de Pós-Graduacação em Gestão Urbana e GTU-International (PUCPR)
Apoio: Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico do Paraná, Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Universidade federal do Rio de Janeiro, Revista Surveillance & Society,e Surveillance Studies Network

CONTEMPORÃO

C O I S A S   A C O N T E C E N D O:

Contemporão Espaço de Peformance é uma entidade localizada em Florianópolis, perto da UFSC, focada no tema da performance das artes plásticas e seus desdobramentos.

O espaço tem como objetivo promover trabalhos de artistas plásticos considerando desde ações ao vivo, até possíveis prolongamentos dessa prática artística como fotografias, vídeos, ações participativas, entre outros.

O Contemporão, além de interagir com variados espaços e contextos, deseja apoiar uma produção experimental que aproveita os riscos dos processos. Assim sendo, o espaço pretende trabalhar o conceito de eventos efêmeros, bem como apoiar artistas cujos projetos apresentam um tipo de densidade poética desafiadora.

O Contemporão vai incentivar o debate cultural e a troca de idéias e informações através de cursos e de palestras sobre o tema da performance.

Contemporão Espaço de Performance

Rua Frederico Veras, 596, travessa 7

Pantanal, Florianóplis, SC

Tel: 48-99149920

Email: [email protected]

Coordenação:

Yiftah Peled

Elaine de Azevedo

NÃO TEM NADA A VER COM ARTE. MAS TEM TUDO A VER COM ARTE – POR QUE ARTE TEM A VER COM TUDO.

…Enfim, não é nada de novo, mas vale a pena difundir esta “palavra”:

“Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado?

É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.

Os slides se sucedem.

Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.

Durante décadas, vimos essas imagens.

No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.

A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá
sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se
sucederam nas nações mais poderosas do planeta.

Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema
da fome no mundo.

Resolver, capicce?
Extinguir.

Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em
nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.

Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que
sensibilizasse.
Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.

Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da
cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para
salvar da fome quem já estava de barriga cheia. Bancos e investidores.
Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e
não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.”

*Se quiser, repasse este texto.